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PAPÉIS CANSON, MAIS DE 450 ANOS DE HISTÓRIA E DE TRADIÇÃO

Você sabia que a Canson tem nada mais nada menos do que 461 (quatrocentos e sessenta e um) anos de história? Sim, é muita, muita experiência no ramo de papéis. Confira abaixo um pouco dessa tradição, desde o começo da empresa até as adaptações e tecnologias que ela foi incorporando ao longo dos séculos. É uma história muito interessante!   

1557 – O nascimento de uma saga

Enquanto François de Guise arma uma tropa para reconquistar o reino de Nápoles aos Espanhóis, no momento em que reinam tensões entre católicos e protestantes, Jacques Montgolfier, fabricante de papel de Ambert, deixa a sua Auvergne natal para se estabelecer em Beaujolais.

É o início da expansão geográfica desta família que, durante vários séculos, irá criar uma grande quantidade de fábricas de papel.

© Museu das papelarias Canson e Montgolfier

1692 – Vidalon, berço dos inventos para o fabrico de papel

Michel e Raymond Montgolfier, filhos do fabricante de papel de Beaujeu, chegam a Vidalon enquanto a família Chelles, fabricantes de papel originários da Auvergne, se empenham na colagem do papel. Apaixonam-se pelas filhas do dono da fábrica local e, duas semanas depois, casam-se com Françoise e Marguerite, aliança que enraíza os Montgolfier em Vivarais. Nesse ano, a Biblioteca nacional abre as suas portas ao público.

O moinho de papel de Vidalon. As secadoras de madeira dominam o rés-do-chão de pedras. © Museu das papelarias Canson e Montgolfier

1777 – O belo velino de Annonay, as premissas da revolução técnica

Os nostálgicos sonham com o belo pergaminho, tirado da pele de vitelo nado-morto, o velino. Se se conseguisse fabricar um papel bem liso, sem rastos de faixas…

Foram os Montgolfier que conseguiram reproduzir a técnica dos ingleses, seguidos pelos fabricantes de papel Johannot et Réveillon, no momento em que o Journal de Paris, primeiro diário francês, via a luz do dia.

Forma velino tendo por filigrana as armas da Manufactura real de Vidalon © Museu das papelarias Canson e Montgolfier

1780 – Objectivo brancura, a pilha holandesa

As importações de papel branco da Holanda desequilibram a balança comercial do reino, as autoridades do Languedoc preocupam-se e decidem encorajar o fabricante de papel mais apto a triturar os trapos segundo o método holandês. Os Montgolfier são escolhidos.  

Apesar do movimento operário que gera, a industrialização avança, ao passo que as finanças do país conhecem um déficit abismal e que as desigualdades sociais entre as três ordens se aprofundam.

Detalhe de uma pilha holandesa, elevação e plano, desenhado por René Guilmain © Museu das papelarias Canson e Montgolfier

1801 – O nascimento da Canson et Montgolfier

Etienne de Montgolfier morreu há dois anos. O seu genro, Barthélémy Barou de la Lombardière de Canson, sucede-lhe. Assim, surge na história do fabrico do papel este nome que vai tornar-se mítico para os artistas e amadores de belos papéis.

Com a criação do Banco de França, as compras passam a ser pagas em francos germinal.

Barthélémy Barou de la Lombardière de Canson © Museu das papelarias Canson e Montgolfier

1865 – Canson® obtém uma patente para um papel fotográfico

Em 1865, a Canson® solicita uma patente para melhoramento do processo com albumina, que obtém a 8 de dezembro, pois simplifica as operações de cópias com um custo inferior aos outros tipos. Com esse papel, é evitada a utilização de cloreto de ouro ou de platina que servem para o banho.

Napoleão III casa-se com Eugénia de Montijo. Os imperadores passam, as batalhas ganham-se, o papel Canson perdura.

Capa do catálogo da exposição do fotografia. © Museu das papelarias Canson e Montgolfier

1926 – Uma filial em Nova Iorque

Ter uma representação nos Estados Unidos, tal como em muitos outros países, não basta para as papelarias Canson.

A 1 de Julho, inauguram a Canson et Montgolfier Incorporated.

No momento em que Artistide Briand cede o lugar a Edouard Herriot e em que a Association française de normalisation (Afnor) vê a luz do dia.

Cartaz dos anos 1930 para os cadernos de desenho Canson. © Museu das papelarias Canson e Montgolfier

1987 – O passado ao serviço do presente

As papelarias Canson et Montgolfier criam o seu museu na casa natal dos inventores do aeróstato. Inovações de outrora e máquinas de vanguarda passam a estar acessíveis ao público em geral.

Em 1989, os curiosos atropelam-se para descobrir a pirâmide de vidro construída no terreiro Napoleão do Louvre.

© Museu papelarias Canson et Montgolfier

2016 – Lançamento do papel L’Aquarelle Canson® Héritage.

A Canson lança a gama L’Aquarelle Canson® Héritage. Este papel 100% algodão fabricado em forma redonda, técnica mais próxima do papel feito à mão,une-se a um pequeno e seleto grupo de papéis com texturas incomparáveis, onde puristas reconhecem sua nobreza entre mil.

Aquarelas homogéneas, cores vibrantes e reais, nitidez… nasceu um grande papel!

Lançamento do papel L’Aquarelle Canson® Héritage.

POST RETIRADO DE: http://pt.canson.com/marca/nossa-historia

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