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AFINAL, O QUE É BIG DATA?

Quando se fala em Big Data, muitas pessoas pensam numa espécie de fantasma que tudo sabe e tudo vê. Bom, a verdade não é tão diferente disso, mas também não é exatamente o caso.

O que chamamos de Big Data é qualquer ajuntamento muito grande de dados. Por exemplo:

– Somente na Rede Social Facebook são gerados mais de 500 terabytes de dados por dia;

– A bolsa de Nova Iorque gera diariamente 1 terabyte de dados somente em transações;

–  São realizadas mais de 3 milhões e 500 mil buscas no Google por minuto;

–  O Youtube tem mais de 4 milhões de usuários assistindo vídeos por minuto;

– Mais de 100 milhões de e-mails spam são enviados por minuto ao redor do mundo.

Esses são apenas algumas poucas informações a respeito da enorme dimensão de dados gerados diariamente na World Wide Web. A questão da Big Data, portanto, é essa: a de que a quantidade de dados é tão grande, e cresce em tempo tão acelerado, que são poucas as ferramentas que hoje em dia conseguem analisar tudo isso de forma eficiente e em tempo real.

NO RITMO DO ALGORITMO

Imagine que você dispõe de softwares capazes de organizar e catalogar o caos de dados na web. Isso significa, sem exagerar muito na comparação, a possibilidade compreender o comportamento humano como jamais antes foi possível na história da cultura. Com uma ferramenta assim, você é capaz de observar, em tempo real, o que certo grupo de pessoas gosta de comprar, qual a linguagem que esse grupo utiliza e, portanto, descobrir como se comunicar com ele, além de traçar objetivos de marketing e etc. Essas são algumas possibilidades abertas pela análise de Big Data.

Por isso, um mercado que cresce muito hoje em dia é exatamente o de análise desses dados. Indo mais longe, ser capaz de condensar e tirar conclusões acertadas desse enorme volume de bytes que compõe a sociedade contemporânea conectada proporciona também a intuição sobre tendências futuras.

NADA (AINDA) SUBSTITUI O CÉREBRO HUMANO

Sim, é verdade que softwares de análise de Big Data podem fazer ações incríveis. Mas a capacidade humana de análise e decisão ainda é fundamental. Em outras palavras, observar dados catalogados é como observar uma fotografia ampla e em tempo real a respeito de determinado tema, o que será feito a partir da observação dessa fotografia é decisão humana, das pessoas que vão analisar e traçar planos a partir dela. Esse planos podem ser de marketing, de aprimoramento do transporte urbano, de investimento público localizado onde for mais necessário, de criações de tendências na moda. Enfim, as possibilidades são múltiplas.

O mundo caótico da Big Data ainda reserva muito potencial. O certo é que o termo que surgiu há alguns anos tende a fazer cada vez mais parte do nosso futuro.   

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